domingo, 31 de dezembro de 2017

Cancão do Terceiro Milênio - Mário Marcos / Eunice Barbosa.

Fotos


O que o homem não deve esquecer, em todos os sentidos e circunstancias da vida, é a prece do trabalho e da dedicação, no santuário da existência de lutas purificadoras, porque Jesus abencoará as suas realizações de esforço sincero.
Livro: Palavras de Emmanuel.
Emmanuel / Chico Xavier.


Somente o dever bem cumprido nos confere 
à legítima liberdade.
Livro: Palavras de Emmanuel.

Emmanuel / Chico Xavier.


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Cartões - 130












Vivo Feliĉa / Vida Feliz – 128.

Ekzistas suno brilanta ene de vi. Ĝi estas la ĉeesto de la Kristo eb en via koro.
Ne senbriligu la helecon per la malbonhumoraj nuboj de la ribelo kaj malplezuro.
La lumo venanta de ekstere lumigas, sed ĵetas ombron, kiam ĝi trovas ian baron.
Via interna suno neniam provokos mallumon, ĉar ĝi lumigas de interne eksteren, per abundaj lumaj ŝprucoj.
Uzante la fonton de la amo, via lumo fariĝos ĉiam pli potenca, lumigante en ĉiuj direktoj.
Permesu do, ke via lumo brilu ĉie.
Libro: Vivo Feliĉa – 128.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
Há um sol brilhando dentro de ti. É a presença do Cristo no teu coração.
Não lhe empanes a claridade com as nuvens tio mau humor, da revolta, da insatisfação.
A luz que vem do exterior clareia, mas, projeta sombra, quando enfrenta qualquer obstáculo.
O teu sol interior jamais provoca treva, porque ilumina de dentro para fora, em jorros abundantes.
Usando o combustível do amor, tua luz se fará sempre mais poderosa, irradiando-se, abençoada, em todas as direções.
Permite, pois, que brilhe a tua luz em toda parte.
Livro: Vida Feliz.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Vida Feliz / Vivo Feliĉa – 120.

Mesmo que não saibas, és exemplo para alguém.
Sempre existem pessoas que estão observando os teus atos, mesmo os equivocados, e se afinam com eles.
Desse modo, és responsável, não só pelo que realizes, como também, pelo que as tuas idéias e atitudes inspirem a outros indivíduos.
Os ditadores e arbitrários, a sós, nada conseguiriam fazer, não fossem aqueles que pensam de igual modo e os apoiam.
Assim também, a obra do bem faleceria, se não houvesse pessoas que se lhe vinculassem com sacrifício e amor.
Cuida do que fales e realizes, ensejando seguidores que se edifiquem e ajam corretamente.
Livro: Vida Feliz – 120.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.
Kvankam vi ne scias, vi estas ekzemplo por aliulo.
Ĉiam ekzistas personoj, kiuj observas viajn agojn, eĉ tiujn konfuzajn, kaj serĉas imiti ilin.
Tiamaniere vi respondecas ne nur pri tio, kion vi farás, sed ankaŭ pri viaj ideoj kaj sintenoj antaŭ aliaj individuoj.
La dikatoroj kaj pontenculoj, solaj, ne kapablus fari íon, sem la apogo de tiuj kiuj pensas same kiel ili.
Tiel ankaŭ la laboroj por la Bono ne sukcesus, se ne ekzistus personoj donacantaj al ili oferemon kaj Amon.
Zorgu pri tio, kion vi parolas kaj farás por ke vi altiru sekvantojn, kiuj sin edifos kaj agos ĝuste.
Libro: Vivo Feliĉa – 120.
Joanna de Ângelis / Divaldo Franco.

O Consolador / La Konsolanto – 204.

204 – A alma humana poder-se-á elevar para Deus, tão-somente com o progresso moral, sem os valores intelectivos?
O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita.
No círculo acanhado do orbe terrestre, ambos são classificados como adiantamento moral e adiantamento intelectual, mas, como estamos examinando os valores propriamente do mundo, em particular, devemos reconhecer que ambos são imprescindíveis ao progresso, sendo justo, porém, considerar a superioridade do primeiro sobre o segundo, porquanto a parte intelectual sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda, na repetição das experiências, enquanto que o avanço moral jamais será excessivo, representando o núcleo mais importante das energias evolutivas.
Livro: O Consolador – Emmanuel / Chico Xavier.
204. – Ĉu la homa animo povos sin levi al Dio sole nur per la morala progreso, sen la intelektaj valoroj?
– Sento kaj saĝo estas la du flugiloj, per kiuj la animo sin levos al la senlima perfekteco. En la malvasta rondo de la Tero, ili ambaŭ estas konsiderataj kiel morala progreso kaj intelekta progreso, sed, ĉar ni ekzamenas nun la ĝustedire mondajn valorojn, aparte, tial ni devas konfesi, ke ili ambaŭ estas nepre necesaj por la progreso. Estas juste tamen konsideri la superecon de la unua super la dua, ĉar la intelekta parto, sen la morala, povas oferi plurajn okazojn de falo ĉe la ripetado de la eksperimentoj, dum la morala progreso neniam estos troa, prezentante la plej gravan nukleon el la evoluaj energioj.
Libro: La Konsolanto -  Emmanuel / Chico Xavier.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A afabilidade e a doçura / La afabilidad y la dulzura / AFFABILITY AND MILDNESS / La afableco kaj la dolĉeco.

A afabilidade e a doçura.
6. A benevolência para com os seus semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que lhe são as formas de manifestar-se. Entretanto, nem sempre há que fiar nas aparências. A educação e a freqüentação do mundo podem dar ao homem o verniz dessas qualidades. Quantos há cuja tingida bonomia não passa de máscara para o exterior, de uma roupagem cujo talhe primoroso dissimula as deformidades interiores! O mundo está cheio dessas criaturas que têm nos lábios o sorriso e no coração o veneno; que são brandas, desde que nada as agaste, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua, de ouro quando falam pela frente, se muda em dardo peçonhento, quando estão por detrás.
A essa classe também pertencem esses homens, de exterior benigno, que, tiranos domésticos, fazem que suas famílias e seus subordinados lhes sofram o peso do orgulho e do despotismo, como a quererem desforrar-se do constrangimento que, fora de casa, se impõem a si mesmos. Não se atrevendo a usar de autoridade para com os estranhos, que os chamariam à ordem, acham que pelo menos devem fazer-se temidos daqueles que lhes não podem resistir. Envaidecem-se de poderem dizer: “Aqui mando e sou obedecido”, sem lhes ocorrer que poderiam acrescentar: “E sou detestado.”
Não basta que dos lábios manem leite e mel. Se o coração de modo algum lhes está associado, só há hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura não são tingidas nunca se desmente: é o mesmo, tanto em sociedade, como na intimidade. Esse, ao demais, sabe que se, pelas aparências, se consegue enganar os homens, a Deus ninguém engana. – Lázaro. (Paris, 1861.)
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec.
La afabilidad y la dulzura
6. La benevolencia para con sus semejantes, fruto del amor al prójimo, produce la afabilidad y la dulzura que son su manifestación. Sin embargo, no siempre debemos fiarnos de las apariencias; la educación y las costumbres del mundo pueden dar el barniz de estas cualidades. ¡Cuántos hay cuya fingida bondad sólo es una máscara para el exterior, un hábito cuyo corte calculado disimula las deformidades ocultas! El mundo está lleno de esas gentes que tienen la sonrisa en los labios y el veneno en el corazón; "que son dulces con tal que nadie les incomode, pero que muerden a la menor contrariedad; cuya lengua dorada, cuando hablan cara a cara, se cambia en dardo envenenado cuando están ausentes". A esa clase pertenecen también esos hombres que son benignos fuera de casa y que dentro, tiranos domésticos, hacen sufrir a su familia y a sus subordinados el peso de su orgullo y de su despotismo; parece que quieren desquitarse de la opresión que se impusieron fuera; no atreviéndose a presentarse como autoridad a los extraños que les reducirían a sus verdaderos límites, quieren a lo menos, hacerse temer de los que no pueden resistirles; su vanidad consiste en poder decir: "Aquí yo mando y se me obedece", sin pensar que podrían añadir con mucha más razón: "Y me aborrecen".
No basta que de los labios salga la miel; si ninguna parte toma el corazón, es ser hipócrita. Aquel cuya afabilidad y dulzura no son fingidas, no se contradice nunca, y lo mismo es en el mundo que en la intimidad: sabe, además, que si engaña a los hombres con las apariencias, no puede engañar a Dios. (Lázaro. París, 1861).
EL EVANGELIO SEGÚN EL ESPIRITISMO – Allan Kardec.
AFFABILITY AND MILDNESS
6. Benevolence towards one's fellow-creatures, which is the result of loving your neighbour, manifests itself in the form of affability and mildness. However, it is not always a good thing to trust in appearance. Education and worldliness can give Man a thin veneer of these qualities. There are many whose feigned good-nature is nothing more than an exterior mask, like beautiful clothes hiding interior deformities! The world is full of such people with a smile on their lips but poison in their hearts; who are mild as long as nothing irritates them, but who bite at the least provocation; those whose tongues are made of gold when speaking face to face, but change into a poisoned dart when speaking from behind.
Still in the category of those showing benign countenance, there are those domestic tyrants who make their families and subordinates suffer the weight of their pride and despotism. As if they are trying to get even for any constraints possibly imposed upon them while away from home. Not daring to use their authority on strangers who would call them to order, they want to at least be feared by those who cannot resist them. They are proud to be able to say "I give the orders here and am obeyed." But they never think that they could also add, "And I am detested."
It is not enough for milk and honey to flow from the lips. If the heart is never associated with these sentiments then there is only hypocrisy. Those whose affability and mildness are not mere pretence are never belied, for they are always the same whether in society or in privacy. Besides, they know that although it is possible to deceive Man, no one can deceive God. - LAZARUS (Paris, 1861).
THE GOSPEL ACCORDING TO SPIRITISM – Allan Kardec.
La afableco kaj la dolĉeco
6. La bonvolemo por siaj similuloj, frukto de l' amo al la proksimulo, naskas la afablecon kaj la dolĉecon, kiuj estas ilia manifestiĝo. Tamen oni ne devas ĉiam fidi je la ŝajnoj; la edukiteco kaj la mondumaj decreguloj povas havigi al la homo ian surtavolaĵon de tiuj kvalitoj. Kiom da homoj estas, kies ŝajna afableco estas nur porekstera vesto, kies bela tranĉo kaŝas iliajn internajn misformaĵojn! La mondo estas plena de tiuj personoj, kiuj estas dolĉaj, kondiĉe ke neniu ilin kolerigu, sed kiuj mordas ĉe l' unua kontraŭaĵo; kies lango, el oro, kiam ili parolas antaŭ vi, fariĝas venena sago, kiam vi forestas.
Al tiu klaso apartenas ankaŭ la homoj, ekstere indulgemaj, kiuj, hejmaj tiranoj, igas sian familion kaj siajn subulojn suferi la pezon de ilia fiera despoteco, kvazaŭ por kompensi al si la ĝenecon, kiun ili trudas al si mem eksterhejme; ne kuraĝante montri aŭtoritatecon super fremduloj, kiuj remetus ilin en ilian lokon, ili volas almenaŭ fari sin timataj de tiuj, kiuj ne povas malcedi al ili; ilia vantemo ĝuas, povante diri: "Tie ĉi mi ordonas kaj estas obeata", ne atentante, ke ili povus aldoni pli prave: "kaj mi estas abomenata".
Ne sufiĉas, ke el la lipoj fluas lakto kaj mielo; se la koro ne partoprenas en tio, estas nur hipokriteco. Tiu, kies afableco kaj mildeco ne estas nur ŝajnaj, neniam kontraŭdiras sin; li estas la sama en la socio kaj inter intimuloj; cetere li scias, ke, se per ŝajnoj oni trompas la homojn, Dion neniu trompas. - Lazaro. Parizo, 1861.
La Evangelio Laŭ Spiritismo – Allan Kardec.

Aos Poetas / AUX POÈTES.

Aos Poetas.

Despertai, apóstolos e poetas;
Escutai os oráculos do tempo.
O ar carrega o sopro dos profetas
Retine o Hosana nas asas do vento.
O Sinai de nuvens está coberto;
Ruge o Etna no horror de seus fogos;
No entanto o Eterno dispensa as tormentas,
E para a Terra ilumina os céus.
A verdade ressurge da parábola;
Seu puro brilho toca-nos a fronte,
De nova luz o símbolo clareia,
E os raios da fé vem aquecer.
A fé, o amor, o vero sol das almas,
Aos mais obscuros mostra a claridade;
E as chamas de seu disco ela alimenta,
Pelo labor e pela caridade.
Vinde, mártires de sublime canto;
Abri a voz a estranhos lutadores.
Aos quatro ventos, sobre os nobres cimos,
Ide plantar de Jesus a humilde cruz.

A Sra. Quillet está certa quando diz que todos são chamados a concorrer à obra da renovação terrestre. Ninguém contesta a influência da poesia, mas ela se equivoca quanto ao pensamento da Sra. Foulon, quando esta diz: “O entusiasmo invadiu-me a alma e espero que seja um pouco tarde para vos entreter com o Espiritismo sério, e não com o Espiritismo poético, que não é bom para os homens. Eles não o compreenderiam.” O Espírito não entende por Espiritismo poético as ideias espíritas traduzidas pela poesia, mas o Espiritismo ideal, produto de uma imaginação entusiasta; e por Espiritismo sério, o Espiritismo científico, apoiado nos fatos e na lógica, que melhor convém à natureza positiva dos homens de nossa época, o que é objeto de nossos estudos.
Revista Espírita - Jornal de estudos psicológicos – 1865.
AUX POÈTES

Éveillez-vous, apôtres et poètes ;
Prêtez l'oreille aux oracles du temps.
L'air est chargé du souffle des prophètes,
Et l'hosannah retentit dans les vents.
Le Sinaï s'est couvert de nuages ;
L'Etna mugit dans l'horreur de ses feux ;
Mais l'Eternel disperse les orages,
Et pour la terre illumine les cieux.

La vérité sort de la parabole ;
Son pur éclat, en effleurant nos fronts,
D'un nouveau jour éclaire le symbole,
Et de la foi réchauffe les rayons.
La foi, l'amour, le vrai soleil des âmes,
Aux plus obscurs épanche la clarté ;
Et de son disque alimente les flammes,
Par le travail et par la charité.
Accourez tous, martyrs, aux chants sublimes ;
Ouvrez la voie aux lutteurs inconnus.
A tous les vents, sur les plus nobles cimes,
Allez planter l'humble croix de Jésus.

Madame Quillet est dans le vrai quand elle dit que chacun est appelé à concourir à l'œuvre de la rénovation terrestre ; personne ne conteste l'influence de la poésie, mais elle se trompe sur la pensée de madame Foulon lorsque celle-ci dit : « L'enthousiasme a envahi mon âme, et j'attends qu'il soit un peu passé pour vous entretenir du Spiritisme sérieux, et non du Spiritisme poétique qui n'est pas bon pour les hommes ; ils ne le comprendraient pas. » L'Esprit n'entend point, par Spiritisme poétique, les idées spirites traduites par la poésie, mais le Spiritisme idéal, produit d'une imagination enthousiaste ; et par Spiritisme sérieux, le Spiritisme scientifique, appuyé sur les faits et la logique, qui convient mieux à la nature positive des hommes de notre époque, celui qui fait l'objet de nos études.
REVUE SPIRITE JOURNAL D'ETUDES PSYCHOLOGIQUES – 1865.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

REINO ÍNTIMO – Emmanuel.

Que a Terra ainda é um mundo de expiações e testes constantes, não há que duvidar.
Dificuldades e obstáculos repontam de toda parte. Entretanto, em qualquer situação, ser-nos-á possível criar um mundo à parte, em que a paz nos ilumine em direção do futuro.
Encontrarás, talvez, os que te golpeiam o coração, lesando-te o campo afetivo, qual se compromissos assumidos nada valessem, ante a dominação do prazer; contudo, podes assegurar a tranqüilidade própria, com o esquecimento de semelhantes agressões, nas quais os agressores se fazem infelizes por eles mesmos.
Terás pela frente, em muitas ocasiões, a perseguição e a injustiça; no entanto, saberás imunizar-te contra os males do ressentimento, desculpando as injúrias.
Provavelmente, conhecerás grandes perdas de amigos aos quais te empenhaste, de alma e coração; todavia, surpreenderás na própria fé a energia para reiniciar a construção de tua segurança, na certeza de que a cada um de nós a vida atribuirá isso ou aquilo, segundo as nossas próprias obras.
Perderás, talvez, afeições numerosas que te deixarão a sós, nos instantes difíceis, porém, saberás agir compreensivamente, buscando o bem, com o olvido de todo mal, e assim aprenderás a identificar os verdadeiros amigos, elegendo em teu favor uma seleção de companheiros capazes de amparar-te e de entender-te nos encargos que foste chamado a cumprir.
O mundo é um palco imenso de provas e tribulações, funcionando à maneira de escola em que se nos apresentam vários tipos de educação e aprimoramento, mas nessa área imensa de lutas, podes perfeitamente criar, nos recessos da alma, a fé e a serenidade, a coragem e a fortaleza que podem garantir a paz e a segurança dentro de ti.
Livro: Inspiração.
Emmanuel / Chico Xavier.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

A VIDA – Mário Quintana

“Depois de muitas quedas, eu descobri que, às vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.
Eu percebi que quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância,  eu estava no lugar certo, na hora certa.
Então pude relaxar... pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.
Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei muito menos vezes.
Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
Descobri que na vida a gente tem mais é que se jogar,  porque os tombos são inevitáveis.
Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração,  ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Também percebi que sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia e se torna amarga.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver,  apesar de todos os desafios,  incompreensões e períodos de crise. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...".

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Os anjos segundo o Espiritismo / Los ángeles según el Espiritismo

12. – Que haja seres dotados de todas as qualidades atribuídas aos anjos, não se pode duvidar. A revelação espírita confirma, sobre esse ponto, a crença de todos os povos; mas ela nos faz conhecer ao mesmo tempo a natureza e a origem desses seres.
As almas ou Espíritos são criados simples ou ignorantes, ou seja, sem conhecimentos e sem consciência do bem e do mal, mas aptos a adquirir tudo o que lhes falta; eles o adquirem pelo trabalho; o objetivo, que é a perfeição, é o mesmo para todos; chegam lá mais ou menos rapidamente em virtude de seu livre-arbítrio e em razão de seus esforços; todos têm os mesmos graus a percorrer, o mesmo trabalho a cumprir; Deus não faz a porção maior nem mais fácil para uns do que para outros, porque todos são seus filhos, e, sendo justo, ele não tem preferência por nenhum. Ele diz-lhes: “Eis a lei que deve ser vossa regra de conduta; só ela pode levar-vos ao objetivo; tudo o que é conforme a esta lei é o bem, tudo o que lhe é contrário é o mal. Sois livres para observá-la ou infringi-la, e sereis assim os árbitros de vosso próprio destino.” Deus portanto não criou o mal; todas as suas leis são para o bem; é o próprio homem que cria o mal infringindo as leis de Deus; se as observasse escrupulosamente, nunca se afastaria do bom caminho.
13. – Mas a alma, nas primeiras fases de sua existência, assim como a criança, carece de experiência; é por isso que é falível. Deus não lhe dá a experiência, mas dá-lhe os meios de adquiri-la; cada passo errado no caminho do mal é para ela um atraso; ela sofre-lhe as consequências, e aprende à sua custa o que deve evitar. É assim que pouco a pouco se desenvolve, se aperfeiçoa e avança na hierarquia espiritual, até que tenha chegado ao estado de puro Espírito ou de anjo. Os anjos são, pois, as almas dos homens chegadas ao grau de perfeição que comporta a criatura, e gozando da plenitude da felicidade prometida. Antes de ter alcançado o grau supremo, eles gozam de uma felicidade relativa ao seu adiantamento, mas essa felicidade não está na ociosidade; está nas funções que agrada a Deus confiar-lhes, e que eles ficam felizes de cumprir, porque essas ocupações são um meio de progredir. (Ver cap. III, o Céu.)
14. – A humanidade não está limitada à terra; ela ocupa os inúmeros mundos que circulam no espaço; ocupou aqueles que desapareceram, e ocupará os que se formarão. Deus criou por toda a eternidade e cria incessantemente. Portanto, muito tempo antes que a terra existisse, seja qual for a antiguidade que se lhe atribua, houvera em outros mundos Espíritos encarnados que percorreram as mesmas etapas que nós, Espíritos de formação mais recente, percorremos neste momento, e que chegaram ao objetivo antes mesmo que tivéssemos saído das mãos do Criador. Por toda a eternidade, houve então anjos ou puros Espíritos; mas perdendo-se sua existência humanitária no infinito do passado, é para nós como se eles sempre tivessem sido anjos.
15.– Assim se acha realizada a grande lei de unidade da criação; Deus nunca esteve inativo; teve sempre puros Espíritos experientes e esclarecidos para a transmissão de suas ordens e para a direção de todas as partes do universo, desde o governo dos mundos até os mais ínfimos detalhes. Não precisou, portanto, criar seres privilegiados, isentos de encargos; todos, antigos ou novos, conquistaram seus graus na luta e por seu próprio mérito; todos, enfim, são os filhos de suas obras. Assim se cumpre igualmente a soberana justiça de Deus.
O Céu e o Inferno – Allan Kardec.
12. No puede dudarse de que hay seres dotados de todas las cualidades atribuidas a los ángeles. La revelación espiritista confirma sobre este punto la creencia de todos los pueblos. Pero además nos hace conocer la naturaleza y origen de esos seres.
Las almas o espíritus son creados sencillos e ignorantes, esto es, sin conocimiento y sin conciencia del bien y del mal, pero aptos para adquirir todo lo que les falta, y lo adquieren por el trabajo. El fin, que es la perfección, es el mismo para todos: llegan a él más o menos pronto en virtud de su libre albedrío y en razón a sus esfuerzos. Todos tienen grados que recorrer, el mismo trabajo que realizar. Dios no señala una parte ni mayor ni más fácil a los unos que a los otros, porque todos son sus hijos, y siendo justo, no tiene preferencia por ninguno.
Él les asegura: “He aquí la ley que debe ser vuestra regla de conducta. Ella sola puede conduciros al fin. Todo lo que está conforme a esta ley, es el bien. Todo lo que es contrario a ella, es el mal. Sois libres de observarla o de infringirla, y así seréis los árbitros de vuestra propia suerte.”
Dios no ha creado, pues, el mal. Todas sus leyes son para el bien. El mismo hombre es quien crea el mal, infringiendo las leyes de Dios. Si las observase escrupulosamente, no se apartaría jamás del buen camino.
13. Pero el alma, en las primeras fases de su existencia, lo mismo que el niño, tiene falta de experiencia, por esto es falible. Dios no le da la experiencia, pero le da los medios de adquirirla. Cada paso en falso en el camino del mal es un atraso, sufre las consecuencias, y aprende a su costa lo que debe evitar. Así es como poco a poco se desenvuelve, se perfecciona y adelanta en la jerarquía espiritual, hasta que haya llegado al estado de puro espíritu o de ángel. Los ángeles son, pues, las almas de los hombres que han alcanzado el grado de perfección concedida a la criatura, y gozan de la plenitud de la felicidad prometida. Antes de haber conseguido el grado supremo, gozan de una dicha relativa a su adelanto. Pero esta dicha no consiste en la ociosidad, sino en las funciones que Dios tiene a bien confiarles, y que se tienen por dichosos en cumplir, porque sus ocupaciones son un medio de progreso (véase Cáp. III, “El Cielo”).
14. La Humanidad no está restringida a la Tierra. Ocupa los innumerables mundos que circulan en el espacio. Ha ocupado los que han desaparecido, y ocupará los que se formen.
Dios ha creado desde la eternidad, y crea sin cesar. Mucho tiempo, pues, antes de que la Tierra existiese, por antigua que se la suponga, hubo en otros mundos espíritus encarnados que recorrieron las mismas etapas que nosotros, espíritus de formación más reciente, recorremos en este momento, y que llegaron al fin antes de que nosotros hubiésemos salido de las manos del Creador. Desde la eternidad ha habido, pues, ángeles o espíritus puros. Pero su existencia humanitaria se pierde en lo infinito del pasado, y es para nosotros como si siempre hubiesen sido ángeles.
15. Así se encuentra realizada la gran ley de unidad de la Creación. Dios no ha estado jamás inactivo. Siempre ha tenido espíritus puros experimentados e iluminados, para transmitirle sus órdenes y para la dirección de todas las partes del Universo, desde el gobierno de los mundos hasta los más ínfimos detalles. No ha tenido, pues, necesidad de crear seres privilegiados exentos de cargas. Todos, antiguos o nuevos, han conquistado sus grados en la lucha y por su propio mérito, en fin, son hijos de sus obras. Así se cumplen igualmente la soberana justicia de Dios.
EL CIELO Y EL INFIERNO – Allan Kardec.

A Luz do Evangelho – Emmanuel.

Empobreçamo-nos de vaidade e orgulho, de ambição e egoísmo e, certamente, a verdade nos impelirá aos planos mais altos da vida.
Ilusões e exigências são adensamento de névoas em torno de nossa visão espiritual.
Jesus, no ensinamento evangélico, não exaltava os indigentes de educação ou de energia!
Salientava a triste condição das almas que amontoam, ao redor dos próprios passos, ouro e títulos convencionais no exclusivo propósito de dominação entre os homens, acabando emparedadas empergaminhos dourados e cintilantes molduras, à maneira de cadáveres em mausoléus de alto preço.
É justo usar os patrimônios de inteligência e reconforto que o mundos nos oferece à solução dos nossos problemas evolutivos, mas é indispensável saber distribuir com espontâneo amor as facilidades que a Terra situa em nossas mãos a fim de que a fé não brilhe debalde em nossa rota.
O Senhor, em surgindo na manjedoura, estava pobre de bens materiais, mas sumamente rico de luz.
Mais tarde, no madeiro infamante, encontrava-se pobre de garantias humanas, mas infinitamente rico de Vida Eterna.
Empobreçamo-nos de exclusivismo e enriqueçamo-nos de serviço edificante! Nessa estrada de sintonia com o Alto, atingiremos, em breve tempo, os tesouros da Vida Eterna!...
Livro: Alma e Luz.
Emmanuel / Chico Xavier.

O Filho de Deus - Vinicius

Porque se dizia Jesus, ora Filho do homem, ora Filho de Deus? Se ele era filho do homem, como podia ser filho de Deus? E se era filho de Deus, como podia ser filho do homem?
Há sabedoria nesta expressão do Senhor, como, aliás, em todas as palavras que proferiu.
Ele era filho do homem porque a Criação é uma só, obedece à mesma ordem, à mesma lei com relação a todos os seres criados. Não há privilégios, não há distinção: unidade de programa, unidade de gênese, unidade de destino; Jesus, portanto, em tal sentido, é o Filho do homem; e é o Filho de Deus porque desde que o Pai o sagrou como diretor espiritual deste orbe, a cuja fundação presidiu, nela colaborando, de há muito havia ele conquistado o reino dos Céus; de há muito se achava integralizado na vida eterna, na imortalidade. Daí o seu dizer: "Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima."
Jesus não é Deus, como pretendem os credos dogmáticos, nem tão-pouco é homem, no sentido vulgar, como querem as vãs filosofias negativistas. Entre o homem e Deus medeia um abismo, onde a vida palpita em seus mais belos esplendores. Se aquém da humanidade pululam os seres inferiores, debaixo de formas incontáveis, além da humanidade ostentam-se os seres superiores sob infinitos aspectos. Aquém e além da Terra verifica-se o mesmo fenômeno: a vida em seu movimento ascensional e triunfante.
Os extremos da simbólica escada de Jacob, por onde desciam e subiam anjos, perdem-se, dum lado no infinitamente pequeno, doutro lado no infinitamente grande.
O microcosmo e o macrocosmo revelam Deus.
Livro: Nas Pegadas do Mestre.
Vinicíus.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Cartões - 129












AKVO VIVA - JOHANN MAAS


Se vi ne volas aŭdi, kion diras 
Parolo saĝa de l’ Evangelio, 
Vi estas kiel blinda, kiu iras 
Palpante, sen kunulo kaj konscio.

Atentu vojon, ĉar danĝer’ spionas; 
Malforta kan’ rompiĝas tre facile; 
Aŭskultu voĉon, kiu ja proponas 
Helpadon, por ke iru hom’ trankvile.

Evitu de l’ sirenoj falsan kanton, 
Malvirto estas dolĉa mar’, sed ŝera; 
Sirenoj plie mokas pereanton, 
Ne donas manon al la senespera.

Nur unu voĉo kaj nur unu mano 
Al ĉiuj donas helpon efektiva: 
Venantaj ambaŭ de l’ Nazaretano, 
Ĉe kiu ĉerpas homo akvon vivan!

20/10/1961 / JOHANN MAAS
Libro: Mediuma Poemaro.
Porto Carreiro Neto.

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